Começamos o dia 21 muito cedo, pois nosso voo para a NZ era as 9:05. No entanto o voo atrasou e só decolou as 10:30 h. Mas a essa altura já tínhamos saído do hotel, sem café da manhã e ido para o aeroporto, onde tomamos o breakfast.
O voo foi pela Air New Zealand e correu tudo bem até chegar na NZ. A aproximação para o pouso já foi bem chacoalhada devido a fortes ventos. E ao pousar, ficamos cerca de meia hora esperando desembarcar porque devido aos ventos não havia condições do pessoal de terra trabalhar.
Mas o avião era confortável, tinha entretenimento com bons filmes e um bom serviço de bordo – até vinho foi servido.
Vir para a NZ é complicado – eles são cheios de exigências com o visto, pedem para preencher um formulário online com várias perguntas de segurança, biossegurança, dinheiro, etc…, e vem cheio de ameaças de multas e processos caso sejam descumpridas as leis ou se respondermos incorretamente. E fomos obrigados a mostrar a passagem de saída daqui.
Em Christchurch pegamos nosso carro – desta vez nos deram uma Tucson – e com ela vamos viajar e conhecer a ilha sul. E com todo o cuidado de dirigir com mão inglesa!!!
Seguimos do aeroporto até o hotel por uma avenida larga, bem arborizada, com casas bem arrumadas, tudo muito limpo e organizado.
Com todos esses atrasos chegamos tarde e cansados e não fizemos nada. Jantamos num restaurante que fica no hotel – Monster Chicken – um KFC coreano!!! Diferente, mas aceitável.
Hoje, dia 22out foi o dia de conhecer a agradável, simples e bela, cidade de Christchurch.
Em frente ao nosso hotel tem um parque lindo, Hagley Park, com belíssimas árvores, campos de esportes e dentro dele fica o Jardim Botânico. Começamos o dia caminhando pelo parque, ao lado do Rio Avon, vendo muitos pássaros, patinhos etc.
Andamos por dentro do Jardim Botânico e vimos lindos canteiros de rosas e de outras flores, tudo muito bonito e bem cuidado.
Dentro do parque encontra-se o New Zealand World Peace Bell, um sino dado de presente à NZ por seu comprometimento com a paz mundial.
Também fomos até a Peacock Fountain uma linda fonte ornada de peixes e pássaros.
De volta da caminhada, pegamos o carro e fomos ao centro e caminhamos por lá. Infelizmente a Catedral, que é a principal atração está em obras e totalmente fechada. Apenas tirei uma foto de uma foto dela.
Mas vimos a New Regent St, uma rua de pedestre na qual circula apenas um bonde, e que tem restaurantes e cafés de um lado e outro.
Vimos também o prédio da antiga sede dos correios e que agora será transformado em The Grand, uma área de lazer com restaurantes, lojas e informações turísticas.
Passamos por várias ruas repletas de lojas, restaurantes, cafés e prédios de escritórios, Fórum da cidade…
Fomos até a Bridge of Remembrance, um monumento aos mortos das guerras.
Após o turismo fomos almoçar no Riverside Market, um local muito agradável, repleto de locais vendendo os mais variados tipos de comida – pizzas, sushis, pães, tortas, comida oriental, cervejaria, etc..., e com lugares para sentar e comer.
Achamos um com as famosas “meat pies”, com o nome sugestivo de “The Butcher’s Pie” e comemos uma deliciosa, seguida de um eclair de chocolate (esse nós dividimos porque era enorme).
Em seguida dirigimos até o litoral para dar uma olhada mas achamos meio sem graça.
E finalizamos indo ao supermercado comprar alguma coisa para levar conosco na viagem, já que alguns hotéis não tem café da manhã, mas tem estrutura para preparar o café no quarto.
A noite, jantamos uma massa muito gostosa no A`manno enquanto planejamos o dia de amanhã.
Amanhã começaremos nossa road trip pela ilha sul da NZ com várias atrações a serem visitadas.

























































































Oi pessoal do futuro! Achei tudo meio vazio! Horário? Como é o povo, simpático? Bjs Ana Banana
ResponderExcluirAlém do inglês, Maori eles tem uma língua de sinais. Tem uma comunidade de surdos muito grande? Estou curiosa. Bjs Ana Banana
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