Hoje saímos da bela Queenstown e nos dirigimos para a pequena Twizel, uma cidade onde ficaremos para acessar a base do Monte Cook.
Na estrada, como sempre, muitas fazendas, muito verde, rios, lagos e montanhas. E passamos pelo Lindis Pass, em meio a montanhas sem vegetação e de cor marrom.
Uma coisa que observamos aqui é que a velocidade máxima das estradas é de 100 km/h. Mesmo sendo uma estrada de mão dupla, sem acostamento. E em alguns pontos (curvas, etc) há sinalização de uma velocidade diferente. E o pessoal aqui enfia o pé. Mesmo em estradas sinuosas, eles correm bastante.
A distância percorrida foi de apenas 199 Km e chegamos cedo, por volta do meio-dia. Por sorte o hotel já nos disponibilizou o quarto.
Nosso hotel, Mountain Chalet Motel, é de chalés isolados em uma área arborizada bem simpática. Ele é composto por chalets tipo alpino de variados tamanhos, possui também uma pequena lavanderia para uso dos hóspedes.
Após o almoço fomos até o lago Pukaki onde fizemos uma caminhada pela trilha que margeia o lago.
Ao longo da trilha a gente tem uma vista do Mt. Cook, ou Aoraki na lingua maori, o mais alto da NZ. Hoje estava meio nublado e havia algumas nuvens bem no pico do monte.
Como estava nublado também não pudemos ver o lago no seu lindo tom de azul – estava apenas claro. Amanhã devemos ter sol e ficar mais bonito.
A região aqui é bem montanhosa e cheia de lagos e rios. Como há muita água de degelo que vem da montanha eles fizeram um canal que liga o lago Pukaki com outros lagos para poder drenar a água e controlar o nível.
Um dos programas por aqui é fazer voos panorâmicos até o monte, inclusive com pouso na neve, além do skydiving. E vimos aqui perto dois aeródromos.
Amanhã nosso programa é ir até Mount Cook Village e, além de ver o monte mais de perto, fazer algumas trilhas por lá.





























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