segunda-feira, 10 de novembro de 2025

32º Dia 10 NOV: Rotorua – Te Puia


Continuando nossa programação em Rotorua, hoje foi o dia de conhecer Te Puia e mergulhar na cultura e tradição maori.

Te Puia é um outro parque geotérmico cuja visitação é acoplada com um tour pelo Instituto de Artes e Ofícios da NZ. Como opção também pode-se acoplar uma apresentação cultural, bem como um almoço típico maori.






É possível saber todas as informações e comprar os tíquetes diretamente no site (tepuia.com). Dessa forma escolhemos a visita ao campo geotérmico com a apresentação cultural, tudo com hora marcada e com guia.

Começamos o tour com a explicação sobre os maoris, sobre a área do campo geotérmico na Reserva de Whakewareware, inclusive com apresentação de vídeos.

Depois fomos caminhando e vendo à distância as fumarolas que saem de todo lugar.







Antes de prosseguir, fomos conhecer um centro de preservação de kiwis, um pássaro típico da NZ de hábitos noturnos, que não é tão fácil de ser visto, e que esteve perto de ser extinto. A foto é de uma ave empalhada, pois não é possível fotografá-los.








Mais adiante vimos algumas poças de lama borbulhantes e a seguir o terraço dos gêiseres. No terraço há 6 gêiseres, sendo que um está inativo.

O principal é o Pohuto, o maior do hemisfério sul e o terceiro maior do mundo (segundo eles), que entra em erupção várias vezes ao dia de forma espontânea.

Durante a nossa visita ele entrou em erupção e ficou bastante tempo com um jato de água alto e muita fumaça.








A seguir fomos visitar a escola de artes e ofícios onde é ensinada a arte de esculpir, tecer, etc para confeccionar os diversos trabalhos de arte maori. Foi demonstrada a evolução desde os instrumentos mais primitivos até o que é usado hoje com impressoras 3D.









Terminada a visita fomos para a apresentação cultural. Eles fazem todo o ritual de receber os turistas na “casa” deles, com respeito. Explicam toda a simbologia das danças, músicas, e movimentos de “luta”.

Então apresentam algumas danças, músicas e um trecho da dança de guerra famosa, a HAKA. Ainda bem que permitem filmar e fotografar.








Hoje a meteorologia não colaborou conosco e dia todo ficou oscilando entre chuva, nublado e alguns raios de sol. A maior parte das atividades daqui são ao ar livre – há muitas trilhas de caminhada, pedalada, cavalgada, mountain bike. Há um percurso de arvorismo com passarelas entre as árvores para um turismo na floresta, etc. Então ficamos um pouco restritos.

Após o almoço resolvemos fazer o circuito dos lagos – ou seja, copiando um tour que tem aqui que vai a alguns lagos próximos, fomos até lá ver cada um deles.

Começamos pelo lago Okareka, numa área muito bonita, com lindas casas em uma das encostas da montanha que fica ao lado. Como estamos na primavera fica tudo muito florido.



A seguir, chegamos até o lago Tikitapo, ou lago azul, que devido a falta do sol não estava azul. Como os demais lagos, tem infraestrutura para descer barcos, tem banheiros, área de lazer, etc.




Mais adiante passamos no lago Rotokakahi, ou lago verde, que fica em uma propriedade privada e só pudemos ver um pouquinho.



E finalizamos com o lago Talawera, esse o maior de todos, e que no sec. XIX teve uma ponta, juntamente com uma vila, soterrados pela erupcão do Mt. Talawera.


Na volta passamos novamente pela orla do lago Rotorua, num local cheio de aves, mas o tempo estava muito feio então viemos para o hotel.




Amanhã seguiremos para Whitianga, mas já sabemos que estará chovendo por lá!!!


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